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sábado, 17 de setembro de 2016

#LSR Entrevista - Graci Rocha

Olá, Leitores!

Hoje vamos conhecer a autora Graci Rocha, autora do livro "Uma Canção de Amor", que estará em breve resenhado aqui no blog.


 


 Vinte e poucos anos, professora, especialista em Metodologia de Ensino de História, mãe, irmã, amiga, esposa, mas, a cima de tudo, apaixonada pelas palavrinhas. Leitora por vício, escritora por necessidade. Nascida no Rio Grande do Sul, residente de Santa Catarina e completamente apaixonada pela região que tanto inspira suas fantasias e suspenses. 
Foi recentemente menção honrosa no 30º concurso Yoshio Takemoto, e participa da Revista Literária Ayvu. Além de atuar ativamente como revisora e corretora de trabalhos acadêmicos, textos diversos e livros. Participa também do projeto Clube do Texto.






LSR: Agradecemos de coração pela confiança em nosso projeto, e esperamos que esta pequena entrevista seja mais uma ponte de ligação entre você e nossos seguidores.
Graci: Obrigada, agradeço desde já a oportunidade de contar um pouco da minha história e como amo a literatura.


LSR: O que lhe fez querer ser uma escritora?
Graci: Essa é uma interessante e uma das difíceis. Eu não sei exatamente quando me tornei uma escritora, me lembro de inventar histórias mesmo antes de saber ler e escrever, assim como me lembro dos meus dois primeiros livros. Mas a vida deu muitas voltas e como venho de uma família muito humilde que passou muitas dificuldades, acho que posso dizer pelo menos que a literatura salvou a minha vida e me tornou não apenas uma leitora, mas uma escritora.  Quando leio um livro simplesmente deixo de existir e me torno aquela personagem que está lutando contra inimigos e monstros que querem devorar o mundo e isso foi uma das coisas que me fez sobreviver às tantas dificuldades que a vida me fez passar. Depois, aos doze ou treze anos, descobri através de uma professora que eu era uma escritora, e desde então mesmo sem escrever profissionalmente por anos, fui uma escritora, uma criadora de histórias e uma leitora voraz. Hoje eu sou uma escritora e leio ainda mais do que antes.


LSR:  De onde vem a inspiração para escrever?
Graci: Acho que basicamente as pessoas são minhas maiores inspirações. As pessoas e seus trejeitos, suas lutas diárias, seus sonhos, ambições, tudo isso me motiva e inspira a criar os apaixonantes personagens que enfrentam os desafios dos meus livros.


LSR: Tem alguma rotina para escrever, algum elemento que se tornou parte fundamental do processo criativo, como música, por exemplo?
Graci: Sim, escrevo ouvindo música quase sempre. Há momentos em que piro totalmente e escuto a mesma música por horas e horas. (Coisa de doido, eu sei) e além de que preciso de papel. Sempre com minhas biografias, roteiros e organogramas com a ligação dos personagens por perto. Virou hábito, acredito.


LSR: Como a literatura entrou na sua vida?
Graci: Gente do céu, vamos remontar a idade da pedra, rsss. Brincadeira. A literatura entrou na minha vida através de dois livrinhos, antes de eu ser alfabetizada, um era sobre uma pombinha e o outro era uma versão da cinderela cuja capa parecia uma almofada. Nunca os esqueci e fizeram parte, inclusive, da minha alfabetização. Depois deles não fiquei mais sem livros.


LSR: Quais autores são referências para o seu trabalho?
        Graci: Então, posso dizer de quais sou verdadeiramente fã, pois acho que de certa forma eles me influenciaram muito no decorrer dos anos. São alguns deles C.S. Lewis com seu guarda-roupas e seu leão; Sidney Sheldon com sua mastria de me fazer sentir voltas e voltas no estômago; Ken Follett com seus vilões memoráveis e apaixonantes, nunca mais fui a mesma depois de conhecer o Feliks de São Petersburgo e Walden; Isaac Azimov e sua era galática de dar arrepios; Isabel Allende com seus espíritos; e não menos importante, a mestra Marion Zimmer Bradley com suas brumas e a quem eu realmente queria ter tido o prazer de conhecer pessoalmente.


LSR: Como enxerga o mercado literário nacional atualmente?
           Graci: Em crescimento. À medida que surgem mais escritores e se formam mais leitores (seja pela oportunidade das novas plataformas, seja pela divulgação em massa das redes sociais), mais vejo nosso mercado crescer. Precisamos de bons autores e de leitores apaixonados e tenho visto muito disso no decorrer dos anos que venho me preparando para ser autora.


LSR: Como foi o processo de publicação das suas obras? Houve muitas dificuldades?
Graci: Ah! Sim, e já dizia minha mãe: “Não há vitória sem luta!” E não há mesmo. Hoje tenho uma editora, mas veja, escrevo desde pequena e só agora, aos trinta e mãe de 4 lindos pequenos leitores, é que estou me lançando através de uma editora. Me preparei por anos, treinei por outros tantos anos, lancei pelas plataformas online e finalmente consegui uma editora que é a cara do meu livro, personalizada e charmosa, e cheia de garra.


LSR:  É possível viver da escrita no Brasil ou você desempenha outra profissão?
Graci: É possível sim, mas requer muito empenho, muita divulgação e alguma exposição. Além de escritora eu também trabalhei por algum tempo como leitora crítica e ajudei alguns escritores que, como eu, acreditavam que sua missão era levar literatura ao mundo. Hoje me dedico a escrita com paixão e ela se mostra cada vez mais receptiva a esse amor. Percebi que no nosso país existem muitos apaixonados pela literatura, pessoas que também acreditam que ela é capaz de salvar e transformar vidas.


LSR:  Em algum momento pensou em desistir?
Graci: Sim, pensei. Veja, eu sou uma artista e como diz meu irmão, todo artista é meio louco, agora imagine uma mulher artista, cheia de hormônios e tpm... Às vezes eu quero explodir o mundo, mas me contento em destruir demônios e caçar criaturas do submundo.


LSR: Como tem sido o retorno do seu público leitor?
Graci: Surpreendente. Não imaginei que ia receber tantas mensagens de carinho, e-mails e tudo mais. Pessoas que se imaginam em minhas histórias ou que se sentem tocadas por personagens que precisam superar a si mesmos. É apaixonante ver como reagem e tento sempre retribuir o carinho.


LSR: Quais são os seus planos para o futuro?
Graci: Levar a literatura brasileira para o mundo. Por enquanto estou concentrada na saga Imortal, então meus planos recentes são levar as aventuras de Cass e seus vikings aos apaixonados por boas aventuras e paixões tórridas.


LSR: Para finalizar, que mensagem você deixaria para os seus novos leitores e para os escritores iniciantes?

Graci: Apaixonem-se e acreditem na literatura, pois ela é poderosa e capaz de salvar e transformar vidas. Descubra-se nela e com ela e viva intensamente a paixão e amor que a literatura pode nos dar. Sejam felizes e boas leituras.


Conheça suas obras: 

 Uma história marcada por preconceitos, ciúmes, intrigas, desafios quase intransponíveis e um verdadeiro amor.Nina achou que este seria seu último e mais tranquilo ano no Ensino Médio, e que finalmente daria algum descanso para a dedicada e idosa avó.Mas o que ela jamais imaginaria é que este ano seria tudo, menos tranquilo.Aos dezoito anos, sem grandes expectativas e com um futuro incerto Nina se  numa intrincada trama quando se apaixona pelo estranho e solitário Daniel. Portador da síndrome de Asperger, Daniel é um jovem muito habilidoso com números e palavras, mas quase inacessível aos estranhos. Calado, sincero e com dificuldade de se relacionar com as pessoas, vai descobrir que não apenas é dotado de grande sensibilidade, mas também de um talento único para a música.Numa história em que a mocinha é a garota mais encrenqueira e o vilão é o cara mais bonito da escola, vamos conhecer uma linda e emocionante história de amor.E o que Nina e Daniel vão descobrir nessa aventura?Um grande amor pela música e uma paixão avassaladora um pelo outro.Embarque você também nessa linda e dramática história de amor.


  E se você precisasse cruzar um Continente inteiro para salvar sua carreira. Você faria? Teria coragem de ir para uma cidade distante, em um país completamente desconhecido para conseguir aquilo que seria a salvação para todos os seus problemas?

Alex Clark é um homem de 39 anos, um grande astro de Hollywood que está em decadência, com criticas ruins e poucos convites para estrelar grandes filmes ele está disposto a quase tudo para salvar sua carreira, inclusive viajar para o Brasil.
Vitima de um plano muito bem elaborado por seu agente, a escritora Cristy Levi, como Cristina é conhecida pelo Mundo se vê numa roubada quando o lindo e famoso astro de Hollywood Alex Clark aparece em sua porta, numa noite tumultuosa, em que tenta dar banho nos dois filhos, Dudu de 4 anos e Lili de 6.
Sem ter mais o que fazer, esses dois vão viver a mais linda história de amor, enquanto as maiores loucuras acontecem em Nova York, onde o empresario de Alex Clark e sua secretária à beira da loucura tentam de tudo para escapar do que o destino reservou para eles.
Escandalos, mortes, e muitas confusões povoam essa trama de amor e suspense.
Com a ajuda da detetive MArcy Johnson e seu parceiro Ethan Stwart, que ainda tentam resolver seus problemas amorosos, Alex vai provar sua inocencia e salvar a vida da mulher que ama. Mostrando que para ser uma família nem sempre é preciso ter vinculo de sangue.
Não deixem de conferir essa linda, emocionante aventura de amor.

 Você acha que já viu tudo? Que já leu todo tipo de história de terror ou aventuras mirabolantes? Que já conheceu todos os demônios e anjos que poderia suportar? Na certa você ainda não conhece Cass, uma mulher temperamental que não suporta receber ordens. Ah! E que é também a filha do Diabo.


Mas as coisas entre bem e mal não são tão simples como conhecemos, o bem nem sempre é bom e o mal nem sempre é tão mal assim, e desta forma, Cass, uma imortal que não aparenta ter mais do que vinte e cinco anos, vem burlando as regras e boicotando o pai.

Entre aliados inesperados e inimigos surpreendentemente assustadores, a bela que já vivera muitas vidas, vai descobrir que estar do lado dos bonzinhos é muito mais difícil do que imaginava.

A maldição de Arthur é o primeiro livro da série Imortal e conta como Cass e seu fiel escudeiro, Luke, partem em busca do medalhão Pendragon, herdado pelo rei Arthur, mais de mil anos antes. O único problema é que Arthur está morto e Lancelot é um imbecil. Bom... talvez nem tudo seja o que parece.

Entre ajudar um antigo aliado a combater um inimigo maligno, salvar um reino, resgatar uma noiva e quebrar maldições, muitos corações serão conquistados e uma disputa pelo amor de Cass vai se desenrolar.

O final é apenas o começo...

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

#LSR Entrevista - Larissa Barros Leal

A entrevista de hoje é com a autora de um dos melhores livros que li esse ano, Larrisa Barros Leal. O livro Érica é uma surpreendente história, que envolve o leitor desde o primeiro capítulo e tem um desfecho de tirar o fôlego.





 Nasceu em Fortaleza, em 1996. Desde criança demonstrou o quanto sua imaginação era fértil. Aos dez anos veio sua primeira tentativa de compor um livro. Participou de diversas coletâneas de contos. Aos quinze anos começou a escrever Érica, seu romance de estreia. Em 2013 foi aprovada no vestibular de medicina da UNIFOR.











LSR: O que lhe fez querer ser uma escritora?

Larissa: Sendo bem sincera, eu não sei. Sempre quis ser escritora; esse desejo esteve dentro de mim antes mesmo de eu saber que essa profissão de fato existia. Tanto que a primeira tentativa de escrever uma história longa o bastante para se tornar livro veio em 2006, aos 9-10 anos.


LSR: De onde vem a inspiração para escrever?
Larissa: De várias fontes, mas as principais são outras obras de ficção: livros, filmes, seriados... Um dos meus picos de inspiração mais recentes foi logo após o nono episódio de Game of Thrones, por exemplo. Mas às vezes a ideia vem de repente, sem eu ter tido contato com nada.


LSR: Tem alguma rotina para escrever, algum elemento que se tornou parte fundamental do processo criativo, como música, por exemplo?
Larissa: Ouvir música é essencial para eu escrever. Não importa qual o gênero (que eu goste, claro). Tenho algumas playlists específicas para alguns tipos de cenas, mas no geral basta ser música.


LSR: Como a literatura entrou na sua vida?
Larissa: Entrou junto com a alfabetização. (Ou antes, se você contar Turma da Mônica.)


LSR: Quais autores são referências para o seu trabalho?
Larissa: Não tenho autores específicos. Já li alguns livros, como A Menina que Não Sabia Ler (John Harding), O Hipnotista (Lars Kepler) e Garota Exemplar (Gillian Flynn), que foram marcantes no sentido de me inspirarem a aprimorar meu estilo. Porém, cada projeto tem suas inspirações específicas. ÉRICA foi influenciado pelos livros de Harlan Coben e filmes de espionagem. O projeto principal ao qual estou me dedicando, por sua vez, pega muito de Crônicas de Gelo e Fogo/Game of Thrones e Sailor Moon (tudo a ver, né? hehe). E por aí vai.


LSR: Como enxerga o mercado literário nacional atualmente?
Larissa: Apesar de ainda ser difícil, vejo que ele vem se abrindo mais e mais. A demanda ajuda. Alguns anos atrás, era raro encontrar um blog que divulgasse nacionais. A imensa maioria era restrita aos estrangeiros que vinham traduzidos. Hoje, são inúmeros os que se alternam entre os dois tipos, e já existem blogs dedicados quase totalmente à literatura nacional. É muito bom ver que os brasileiros estão vendo que existem autores nacionais além dos que a gente estuda na escola.


LSR: Como foi o processo de publicação das suas obras? Houve muitas dificuldades?
Larissa: Foi relativamente fácil. Fui rejeitada por duas editoras antes de ser aceita pela Novo Século. A partir daí, foi um processo simples.


LSR: É possível viver da escrita no Brasil ou você desempenha outra profissão?
Larissa: É difícil viver só de escrita no Brasil. Mas não é por isso que estou na faculdade de Medicina. É porque eu quero as duas profissões. De verdade.


LSR: Em algum momento pensou em desistir?
Larissa: Nunca.


LSR: Como tem sido o retorno do seu público leitor?
Larissa: Maravilhoso. Já cheguei a chorar lendo resenhas do meu livro. Não esperava que ele seria tão bem recebido quanto vem sendo.


LSR: Quais são os seus planos para o futuro?
Larissa: Conseguir conciliar a Medicina e a carreira de escritora haha. Como disse acima, tenho um projeto em andamento, mas não posso dar previsões.


LSR: Para finalizar, que mensagem você deixaria para os seus novos leitores e para os escritores iniciantes?
Larissa: PULA A DOS LEITORES, EU SOU PÉSSIMA NISSO.
Aos escritores iniciantes, meu maior conselho é não desistir nunca. A quantidade de pessoas que conheço que desistiram no primeiro tropeço é enorme. Para ÉRICA surgir, foram necessárias CINCO histórias jogadas fora. É preciso saber quando uma história tem futuro e quando ela não tem. E não desistir. Sério. Você só vai conseguir bons resultados se treinar muito. E você VAI FALHAR enquanto está treinando. Mas vai chegar uma hora no seu treino que você vai acertar. Aproveite seus erros e acertos. As pessoas me chamam de precoce, mas foi porque eu comecei a treinar ainda mais nova. Não sou nenhuma criança prodígio. Você não precisa ter nascido com o talento. Ele vem aos que se esforçam. NÃO DESISTA. 


Confira o livro "Érica", lançado pela editora Novo Século. Clique aqui para ler a resenha.


 

Moscou. Dois jovens sobrevivem a um duplo atentado que mata quase todos os seus amigos. Cairo. 
Uma ONG islâmica tenta escapar de uma armadilha, arquitetada por integrantes da Ordem das Doze Tribos de Israel. 
Washington. 
Na sede da Ordem, a filha de um funcionário da Casa Branca cai em ciladas para que seu pai colabore com os radicais. 
Pequim. Um filho procura o pai, há meses desaparecido. 
Fortaleza. Em uma triste manhã, Érica encontra seus pais mortos... 
Nessa incrível trama, todas essas histórias se entrelaçam de forma impressionante. 
E somente Érica, que acaba de descobrir que foi incluída em uma lista negra da Ordem das Doze Tribos de Israel, 
poderá impedir uma grande desgraça planejada 
por judeus fundamentalistas, prestes a atingir a todos.


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

#LSR Entrevista - Edmilson Cruz

Olá, leitores!
Vamos iniciar a semana com mais um #LSR Entrevista, hoje com o autor do livro De Volta do Subconsciente, Edmilson Cruz.

 




Edmilson Cruz, natural da cidade de Santo Antônio dos Lopes - MA, é graduando em Tecnologia de Radiologia. É casado e pai de dois filhos: Kevin e Khaio.
Após um período parado devido a um acidente, resolveu escrever tudo que havia em sua mente, e que o inquietava já há algum tempo. Da inspiração, surgiu De Volta do Subconsciente, seu livro de estreia.








LSR: O que lhe fez querer ser um escritor?
EDMILSON: A paixão por leitura, e ficção por séries de desenhos animados japonês.

LSR: De onde vem a inspiração para escrever?
EDMILSON: Realmente não sei. A inspiração é uma coisa fantástica, ela vem, ou surge de repente, quando vejo coisas ou ouço musicas. Quando sento para escrever perco a noção do tempo e me aprofundo apaixonadamente naquilo que estou escrevendo.

LSR: Tem alguma rotina para escrever, algum elemento que se tornou parte fundamental do processo criativo, como música, por exemplo?
EDMILSON: Não tenho.

LSR: Como a literatura entrou na sua vida?
EDMILSON: Através do evangelho. Sou Adventista do 7° Dia. Eu leio muitos livros desde a minha adolescência, no entanto, só lia literatura evangélica.

LSR: Quais autores são referências para o seu trabalho?
EDMILSON: Willian P. Yang, a Bíblia, William Peter Blatty, e vários escritores nacionais que ainda não se destacaram no mercado literário.

LSR: Como enxerga o mercado literário nacional atualmente?
EDMILSON: Muito ruim para vendas, Uma grande barreira que encontramos para divulgar nosso trabalho.

LSR: Como foi o processo de publicação das suas obras? Houve muitas dificuldades?
EDMILSON: Não foi fácil, Houve muita dificuldade em todos os aspectos.

LSR: É possível viver da escrita no Brasil ou você desempenha outra profissão?
EDMILSON: Com o mercado literário que temos é quase impossível, principalmente para novos escritores. Eu tenho um emprego fora dessa área.

LSR: Em algum momento pensou em desistir?
EDMILSON: Várias vezes.

LSR: Como tem sido o retorno do seu público leitor?
EDMILSON: Está sendo muito bom, melhor do que eu imaginava.

LSR: Quais são os seus planos para o futuro?
EDMILSON: Me tornar um escritor profissional.

LSR: Para finalizar, que mensagem você deixaria para os seus novos leitores e para os escritores iniciantes?
EDMILSON: Para leitores. Obrigado pelo carinho e aceitação do meu livro. No dia 01 de Setembro eu estarei na bienal, aqui em São Paulo lançando meu segundo livro. Convido a todos comparecerem no stand da editora coerência. Eu estarei lá autografando, durante o dia todo.
Escritor iniciante, não desista do seu sonho. Lute por ele e ponha um ideal e siga em frente na sua vida. Lembre-se; "Os seus sonhos só se tornarão realidade se você nunca desistir".
 Muito obrigado, um forte abraço a todos.


Conheça o livro De volta do subconsciente. Resenha aqui.




Edward é um jovem humilde que sofre um acidente, causado por um veículo em alta velocidade. Esse acontecimento é o ponto de partida para a sua vida ser completamente transformada.

Paraplégico e desacordado, ele descobre que tem a capacidade de viajar pelo subconsciente e entrar na mente e no corpo das pessoas. Um poder que permitirá a ele, como única chance, fugir e escapar de uma perigosa teia de corrupção e crimes, que envolve um experimento científico extremamente arriscado do qual Edward é cobaia.
Agora, o desejo de se livrar das garras maléficas do Dr. Rhais e resgatar a sua amada, unidos aos estranhos experimentos, parece estar o transformando em um homem frio e meticuloso. Nesta envolvente e misteriosa trama, será ele capaz de retomar a vida e voltar ileso à realidade?

terça-feira, 23 de agosto de 2016

#LSR Entrevista - Alma Cervantes

Vamos a mais uma entrevista?
Hoje é o dia de conhecer o autor Alma Cervantes, autor do mistério policial "Se arrependimento matasse", lançado pela editora Novo Século.









 Alma Cervantes é admirador da Língua Portuguesa desde a infância e grande fã dos romances policiais de Agatha Christie. Faz sua estrei na literatura com a obra " Se Arrependimento Matasse".












LSR:  O que lhe fez querer ser um escritor?
ALMA: Acabei me tornando escritor quase sem querer. Costumava ouvir sobre pensar histórias e escrever, mas nunca tive vontade. Certo dia considerei melhor pensando “por que não?”, e assim comecei a escrever Se Arrependimento Matasse (meu primeiro livro e mistério policial). Com pouco tempo de escrita, já nas primeiras páginas, percebi que gostaria de levar mais a sério.


LSR:  De onde vem a inspiração para escrever?
ALMA: Não funciono à base de inspiração... Trabalho com muita dedicação ao pensamento e à reflexão, pensando sobre a história e tentando ao máximo possível ser fiel à essência dela.


LSR:  Tem alguma rotina para escrever, algum elemento que se tornou parte fundamental do processo criativo, como música, por exemplo?
ALMA: Sim! Inicialmente não conseguia me concentrar bem com música, mas passar tanto tempo escrevendo não me permitia ouvir músicas o quanto queria. Passei a unir as duas coisas e hoje não consigo mais escrever sem música (costumo ouvir músicas de acordo com a parte da história em que trabalho). Também sempre acompanhado de uma xícara de chá preto, e minha rotina de escrita é sempre às madrugadas.


LSR: Como a literatura entrou na sua vida?
ALMA: Sempre fui um tanto apegado à escrita e à gramática. Além disso, meus pais sempre me incentivaram a ler desde criança.


LSR: Quais autores são referências para o seu trabalho?
ALMA: Não costumo utilizar inspirações de outros autores nos meus escritos, mas alguns que marcaram minha vida foram Agatha Christie e uma história de um autor japonês, Ryukishi07. Mas os bons autores são inúmeros, tanto nacionais como internacionais, e eu poderia citar muitos outros.


LSR: Como enxerga o mercado literário nacional atualmente?
ALMA: O mercado literário no Brasil é muito difícil. Editoras dão pouca importância a autores iniciantes ótimos e cheios de merecimento. Muitas pessoas leem pouco ou nada, e o país também não tem o costume de ler livros digitais em comparação com outros. Porém, a situação tem melhorado, e há muitos blogueiros ótimos que funcionam como a melhor maneira de apoio atual.


LSR:  Como foi o processo de publicação das suas obras? Houve muitas dificuldades?
ALMA: Sempre há dificuldade na escrita no país, mas por sorte consegui uma editora para minha primeira publicação.


LSR: É possível viver da escrita no Brasil ou você desempenha outra profissão?
ALMA: Complicado usar a palavra “impossível”, mas não é muito longe disso. Atualmente tenho me dedicado integralmente à escrita.


LSR: Em algum momento pensou em desistir?
ALMA:É difícil você ver seus livros na gaveta com dificuldade de publicação... Não somente isso, mas, além de praticamente só haver publicação paga, a divulgação é muito difícil. Tanto editoras como livrarias dão pouquíssima atenção a autores iniciantes e nacionais.


LSR: Como tem sido o retorno do seu público leitor?
ALMA: Sou uma pessoa que costuma divulgar pouco por ter personalidade mais introvertida. Mesmo assim, a recepção de meu livro policial com os leitores e blogueiros foi muito boa. Muitas boas resenhas e poucas críticas negativas (que sempre fazem parte).


LSR: Quais são os seus planos para o futuro?
ALMA: Atualmente tenho trabalhado no meu livro Mestiços, que é uma aventura fantástica publicada na Amazon em e-book. Pretendo lançá-lo independentemente em edição impressa dentro de poucos meses. Além disso, já trabalho no terceiro livro da série Mestiços (segundo está terminado), além de ter um mistério/terror finalizado e também um livro de contos policiais, todos aguardando publicação.


LSR: Para finalizar, que mensagem você deixaria para os seus novos leitores e para os escritores iniciantes?
ALMA: Aos novos leitores, espero que deem uma chance a meus livros e que gostem deles tanto quanto me marcaram. Não deixe de ler uma história que pode ser marcante apenas por ser um gênero que não costuma te agradar! Aos escritores iniciantes: leiam muito, escrevam muito, sejam fiéis às histórias e às suas personagens acima de tudo; escreva pela necessidade de escrever e de contar uma história.
E também aproveito para agradecer pela oportunidade de responder a esta entrevista!


Conheça o primeiro livro do autor, Se arrependimento matasse.


 



Alex, Alice e Rebeca são grandes amigos e decidem se reencontrar depois de alguns anos sem se verem. O lugar escolhido é o hotel dos pais de Alex, mas o que parecia uma viagem especial, repleta de conversas agradáveis e descontraídas com os outros hóspedes durante o jantar se transforma, em seguida, num pesadelo. 
Quando os três se preparam para dormir, ouvem batidas desesperadas à porta e seguem ao salão, onde logo descobrem que o cozinheiro fora assassinado. Com a comoção, somada à dificuldade de fuga devido à tempestade e névoa lá fora, a confusão logo se instala no hotel, além de um desagradável clima de suspeita entre os hóspedes.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

#LSR Entrevista - L. L. Stockler

Olá, Leitores!


Essa semana nosso entrevistado é o autor do livro Campeões de Gaia, o primeiro volume da trilogia dos Três Domínios, L.L. Stockler.







 L. L. STOCKLER cresceu envolvido por mundos de ficção e fantasia com a ajuda de centenas de jogos, filmes e livros. Nerd assumido, o estudante de Direito decidiu passar de consumidor a criador e, a partir daquilo que aprendeu jogando, assistindo e lendo, deu início ao seu primeiro romance, em 2014. Ele acredita que toda fantasia é, acima de tudo, outra representação da realidade, e defende que, nos dias de hoje, nada é mais necessário à realidade do que um pouco do fantástico.












LSR:  O que lhe fez querer ser um escritor?
     Lucas: Essa pergunta é difícil. Acho que a vontade veio de duas formas: da necessidade de tirar uma folga da realidade e da daquela vontade meio megalomaníaca que todo escritor tem que ter – a vontade de criar seu próprio mundo, onde a história será a que você bem entender.


LSR: De onde vem a inspiração para escrever?
Lucas: De toda essa cultura nerd/geek/fantástica que absorvo e sempre absorvi, além da vida em geral.
Jogos, filmes e livros de todos os gêneros sempre alimentam minhas histórias. Quando você menos esperar, lá vai estar uma referência ou, no mínimo, uma situação inspirada em outras que vieram antes. Sendo meu mundo um mundo fantástico, é apenas natural que eu tenha o preenchido com o aprendizado de 22 anos de nerdices.
Ao mesmo tempo, a inspiração vem do cotidiano. Aquilo que da vida à... da mera sobrevivência são as pessoas que nos cercam e como elas influem em nosso dia a dia. Conhecer e observar pessoas sempre foram duas paixões minhas e são essas mesmas pessoas que me inspiram a criar personagens complexos e orgânicos – como na vida real.


LSR: Tem alguma rotina para escrever, algum elemento que se tornou parte fundamental do processo criativo, como música, por exemplo?
Lucas: Na realidade, não. Sei que muitos escritores estabelecem rotinas rígidas de escrita e tudo o mais, mas não eu. Acho que a ausência de rotina é que justamente me caracteriza. Escrevo pelo celular, seja no ônibus ou no metrô ou no trem ou mesmo na praia, pelo tablet, no intervalo das aulas da faculdade, e, claro, pelo computador de casa.
A única coisa que se aproxima minimamente de uma rotina é ouvir alguma música instrumental – como a trilha sonora do jogo Legendo of Zelda, por Koji Kondo – quando estou escrevendo em casa para evitar me distrair.


LSR: Como a literatura entrou na sua vida?
Lucas: Bem, minha mãe sempre foi uma leitora voraz de todos os gêneros, além de ter me introduzido à Star Wars e Senhor dos Anéis, então sempre existiu essa porta de entrada. Mas, a verdade é, que eu só entrei por essa porta depois de ter alguns problemas de ansiedade quando criança – ler é a melhor forma de relaxar.


LSR:  Quais autores são referências para o seu trabalho?
Lucas: George R. R. Martin, em primeiro lugar. Além dele e não muito distantes, Tolkien, Timothy Zahn, Phillip Pullman, Bernard Cornwell, Conn Iggulden e os nacionais: Affonso Solano e Eduardo Sophr.


LSR: Como enxerga o mercado literário nacional atualmente?
Lucas:É um mercado difícil, inegavelmente. Um autor novo se destacar, sem o impulsionamento de algum formador de opinião, é um trabalho que beira o impossível. Em contrapartida, o quadro geral é bem melhor do que era anos atrás, com autores pioneiros no gênero se destacando e abrindo caminho para os novatos e esses conseguindo fazer nome. Assim, eu diria que, apesar de enxergar as dificuldades, vejo o mercado de forma otimista.


LSR: Como foi o processo de publicação das suas obras? Houve muitas dificuldades?
Lucas: Acredite se quiser, não tive muitas. Após conseguir uma editora, foi só uma questão de tempo e marcar o lançamento – esse atrasou, mas nada muito complicado.


LSR: É possível viver da escrita no Brasil ou você desempenha outra profissão?
Lucas: É possível se você estourar como um Paulo Coelho – que é sempre o objetivo! Mas, enquanto isso não acontece, sou estudante de direito e, em breve, advogado.


LSR: Em algum momento pensou em desistir?
Lucas: Não.


LSR: Como tem sido o retorno do seu público leitor?
Lucas: Bastante positivo, na verdade. Os leitores questionam, obviamente, algumas decisões minhas (hahaha), mas a grande maioria as têm entendido e todos têm gostado do livro.


LSR: Quais são os seus planos para o futuro?
Lucas: O livro é uma trilogia, então meus planos envolvem acabar de escrever os próximos dois volumes o quando antes.


LSR: Para finalizar, que mensagem você deixaria para os seus novos leitores e para os escritores iniciantes?
Lucas: Lute por seus sonhos. Por mais escura que a noite pareça, as estrelas estão lá para iluminar seu caminho e, por mais que você duvide, o amanhecer sempre chega.
Você tem todas as ferramentas que precisa para vencer, então lute!


Confira a sinopse do primeiro livro da trilogia, Campeões de Gaia, e adquira nas melhores livrarias.



 Há cerca de quatrocentos anos, Celo, deus-pai e senhor dos céus, teria designado uma família para governar toda Gaia e instaurar sua ordem divina. Sobre as cinzas de seus inimigos, os Draconem então construíram o maior e mais vasto império já visto, dominando a tudo e a todos, como lhes era de direito.

Quando seu pai morre, trinta e cinco anos após a Rebelião de Krallik, Kayla percebe que não havia mais nada que a prendesse à pacata fazenda onde crescera no interior de Jardinsul. Ela estava livre para explorar o mundo que até então conhecia apenas pelas páginas de livros e para gravar seu nome na História. Determinada sua partida, Trevor, seu leal amigo, não vê escolha que não segui-la e descobrir, junto dela, o seu próprio destino.
Entretanto, a dupla logo aprenderá que a realidade pode ser mais dura do que contavam as histórias, que sequelas de séculos de disputas podem ser fortes o bastante para pôr em xeque a paz imperial e, consigo, a vida de todos os habitantes de Gaia.



segunda-feira, 25 de julho de 2016

#LSR Entrevista - Giovanna Olivetti

Hoje, dia 25 de Julho, é comemorado o Dia Nacional do Escritor. Uma data mais que merecida para os responsáveis por nossas mais incríveis viagens. E neste dia não poderíamos deixar de postar mais uma entrevista. Hoje vamos conhecer um pouquinho melhor nossa parceira Giovanna Olivetti, autora do livro Desencontros lançado pela editora Novo Século.


 



Apaixonada por palavras, fotografia e livros. Quer conhecer todos os cantos e histórias do mundo, uma viajante no mundo literário. Poetisa sem rima, escritora sem história, fotógrafa inexperiente para tantos momentos e coisas que se há para fotografar no mundo.










LSR: O que lhe fez querer ser uma escritora?
Giovanna: Bom, desde pequena sonho em ser escritora, mas o que antes parecia um sonho impossível acabou se tornando realidade. Sempre me interessei por literatura e escrita, com o tempo escrever acabou se tornando uma forma de eu me expressar.


LSR: De onde vem a inspiração para escrever?
Giovanna:  Me baseio muito em coisas que vejo no meu dia a dia, a maioria das minhas histórias não são reais, mas o início delas sempre é. Quando vejo alguém na rua que chama minha atenção fico atenta aos detalhes e depois começo a imaginar como foi ou como será a vida daquela pessoa. Assim, a inspiração surge, principalmente, de situações cotidianas ou fotografias.


LSR: Tem alguma rotina para escrever, algum elemento que se tornou parte fundamental do processo criativo, como música, por exemplo?
Giovanna:  Procuro escrever sempre um pouco por dia, nem que seja uma linha ou apenas algum relato do dia, mas procuro sempre manter contato com a escrita. Gosto muito de poesias, principalmente as de Drummond, então procuro ler um pouco de suas obras para que a imaginação possa fluir.


LSR: Como a literatura entrou na sua vida?
Giovanna: Desde pequena fui muito influenciada pela família e escola, os livros sempre estiveram muito presentes ao meu redor, e conforme fui crescendo fui me interessando por diversos estilos.


LSR: Quais autores são referências para o seu trabalho?
Giovanna: Bom, o primeiro seria Drummond, como disse ele sempre me inspira a escrever e faz com que minha imaginação floresça. Entretanto, Machado de Assis e Rubem Alves são grandes referências também.


LSR: Como enxerga o mercado literário nacional atualmente?
Giovanna: Não vou negar que ser autor no Brasil sempre foi e ainda é muito difícil, a abertura para novos autores é quase nula e as editoras acabam preferindo autores internacionais. Mas, algumas tentam mudar esse preconceito que temos com a literatura nacional, por exemplo, o selo Talentos da Literatura Brasileira, no qual lancei meu livro, é um projeto para autores nacionais iniciantes, que tenta cada dia mais dar visibilidade a literatura brasileira.


LSR: Como foi o processo de publicação das suas obras? Houve muitas dificuldades?
Giovanna: O processo durou cerca de um ano (sem contar alguns contos que tinham sido escritos antes da ideia do livro), no processo de publicação recebi ótimas dicas e ajuda da editora, o que facilitou muito, o mais complicado foi achar alguma que tivesse interesse em publicar e gostasse da obra, a maioria fecha seu mercado apenas para best-sellers ou tem apenas interesse no lucro.


LSR: É possível viver da escrita no Brasil ou você desempenha outra profissão?
Giovanna: Ainda estou terminando o ensino médio e pretendo ter outra profissão, mas acredito sim, infelizmente ainda é uma profissão um pouco desacreditada, mas exige esforço e dedicação como qualquer outra. 


LSR: Em algum momento pensou em desistir?
Giovanna: Sim, quando recebi a recusa da primeira editora, porém hoje vejo que isso apenas me inspirou a procurar mais e escrever ainda melhor.


LSR: Como tem sido o retorno do seu público leitor?
Giovanna: Muito positivo, recebo algumas mensagens de leitores falando de seus contos preferidos e acho isso incrível, muitos imaginam um final para as histórias, e é sensacional ver a visão de cada um.


LSR: Quais são os seus planos para o futuro?
Giovanna: Depois de me formar pretendo iniciar outros livros, porém nenhuma ideia concreta ainda.


LSR: Para finalizar, que mensagem você deixaria para os seus novos leitores e para os escritores iniciantes?
Giovanna: Ah, aos novos leitores espero que se encantem pelo livro e comecem a perceber pequenas coisas em seu cotidiano que muitas vezes ignoramos, mas que acabam sendo impressionantes se prestarmos atenção. E aos novos escritores: não desistam, é muito difícil receber recusas, mas sempre terá aquele grupo de pessoas que se identificam com o seu estilo, e são essas que vão fazer tudo valer a pena! 


Conheça o livro Desencontros. *-*






Este livro te lembrará dos momentos mais simples do seu dia a dia: a ida para o trabalho, o metrô lotado… E fará com que você perceba que talvez as melhores histórias estejam ali ao seu lado, que todos somos escritores em nossas observações diárias e em cada observação procuramos a saída do nosso labirinto, que é cercado de jogos que nós mesmos criamos… Mas, espera, sair por que mesmo?









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